sexta-feira, 29 de julho de 2011

A última pena


Noelle é uma garota incompreendida... Está em apuros e não sabe a quem pedir auxílio. Não pode contar seus segredos a alguém que a engane... Precisa de alguém como ela, que a entenda. E tem uma grande sorte... após 1 mês pedindo ajuda a uma estrela misteriosa que se apresenta a ela com frequência pelas noites, ela conhece um jovem que aparece estranhamente em sua vida. Descobre que ele é um anjo! Ou então algo do tipo... pra vir do céu. Prefere chama-lo assim, seu anjo guardião, quem lhe entende perfeitamente. Tola Noelle... acaba se deixando envolver com seu protetor que ainda tenta entender seus sentimentos. Ele não pode ficar com ela... não sente esse sentimento que ela diz ter por ele. Ele é seu amigo, seu guardião. Não é sua alma gêmea... A garota sempre foi frágil... sente que pode se quebrar a qualquer momento... ela o ama. (Estaria se enganando? Como? Ela sente... sofre, se entrega, se rende a ele sempre que pode) Basta a você, julgar a ela ou a seus sentimentos ou simplesmente dar-lhe um sorriso para estimulá-la a seguir em frente.
      "Não foi a toa que você apareceu, Seth... Veio pra me salvar. Sou muito grata, sem você eu talvez estivesse mais perdida do que como me sinto agora. Por que fui me apaixonar por você?? Você tentou me encantar, não adianta fugires disso... Sabe que é verdade. Não te culpo, não tenho motivos pra isso. Mas te amo... se o que sinto não é amor eu não sei o que é... Queria estar com você sempre, poder abraçar-te como se fosse a última vez a cada dia, ouvir e ver-te sorrindo com aquela melodia contagiante, me perder em você para sempre. Soa tudo tão dramático... sei que assim sou e me sinto uma tonta. Tentei te seguir, te mostrar quem sou, na minha última maneira de te reconquistar(se ja tenha eu o conquistado realmente) e a última coisa que vi, mergulhando céu a dentro após essa atitude, foi uma de suas penas... A que irá me mostrar a verdade, a que me fará despertar do abismo onde sinto desequilibrar-me e então saberei o que eu mesma escolhi pra mim. Mas dou-lhe um breve aviso, Seth, após despertar, essa escolha é só minha(não se meta). Lutarei por mim se a escuridão engulir-me, isso é uma promessa para a Noelle que sei que merece o esforço de si mesma para salvar-se ao menos dessa vez"-Noelle Fullfeelings

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Queria me perder com você e não sozinho



             "Ninguém nunca disse que o amor era fácil... Só me foi informado que é o sentimento mais digno desse mundo. Também ouvi boatos de que quando encontrá-lo(em alguém) você sentirá uma felicidade absurda toda vez que notar algum sinal da pessoa seja uma mensagem, carta, MSN, redes sociais o que for... Ela se apropiará de sua mente como nem mesmo seu mais poderoso vício fez antes. Se se sentir a vontade pra falar dela com alguém, vai encher os ouvidos desse pobre amigo/parente com o nome do seu novo vício. A voz dessa criatura fará seu coração coordenar-se a bater de acordo com as ondas que a mesma emite toda vez que ouví-la em tempo real(quem sabe no irreal também não?). E vê-la? Se sentir no mesmo ambiente, na mesma dimensão dela... seria uma mistura de indisposição e falta de ar pelo nervosismo e ansiedade, e êxtase e retardamento por parecer um sonho realizado. Ok... Talvez tenham exagerado quando falaram. Afinal estamos no século XXI onde a praticidade superou o complexo. Porém deve ser algo assim. Tem vezes que me sinto assim... com a Mia então, é comum. Comum ou assustador... Já nos conhecíamos, éramos amigos e nunca passara pela minha cabeça que nós... Que seja, aconteceu, ela conseguiu me encantar. O que é mais estranho ainda, sempre fui eu que tomei a iniciativa de gostar de alguém...
               Agora só quero pensar em como foi tudo até agora... Lembrar do que me dizia por mensagens simples e contraditoriamente perfeitas toda vez que olhava meu celular direto durante as aulas de Economia(Não eram só as mensagens que eram tentadoras de olhar, a aula também repelia minha atenção). Aquela semana em que estava com problemas em casa e ela me mandava e-mails nas horas em que eu mais precisava(Teria Mia poderes de sentir quando preciso dela? Vá saber) e inesquecível a semana em que estava toda sentimental, ouvi-la dizer que me queria mais do que tudo era como pipocas estalando no lado esquerdo do meu peito(Acho que não sou bom com metáforas... Nunca fui muito fã de figuras de linguagem, não de decorá-las pelo menos e sim de percebê-las. Não sei quem foi o idiota que criou aulas de decoreba, aquilo nunca irá funcionar com a nova geração...).
               Foram muitos momentos... meses de relação virtual (não que nunca tivéssemos nos visto, mas tínhamos vidas diferentes). E então após passarmos o dia dos namorados(já nos considerávamos) cada um com seu pessoal(Relação meio secreta... é mais interessante - na verdade era uma tortura não poder vê-la quando bem queria por isso- era melhor pra nós), finalmente nos vimos de novo! E não! Não era mais uma câmera virtual que me deixava vermelho da testa até o tornozelo. Era real outra vez... O fato de termos discutido durante a semana não me incomodava, sempre depois de cada discussão eu me sentia mais ligado a ela, e ela também parecia não ter muitos problemas com isso. Foi no cinema que eu simplesmente me desliguei de tudo. Ter Mia ao meu lado naquele momento, naquele clima não podia ser comparado a mais nada que pudesse chamar minha atenção, nem o filme que parecia interessante. Cada toque, cada respiração e cada olhar... acabei me perdendo em seus lábios, o fato de não termos uma dinâmica perfeita de beijo só deixava tudo mais divertido. Eu só sabia de uma coisa: Tudo que eu queria era estar lá com ela naquele momento, daquele jeito pelo maior tempo que desse...
               Não posso garantir 100% que a amo, não sei como se mede isso ou se há como medir(ninguém sabe...), mas isso tudo está longe de ser algo perto de nada. Não preciso mentir pra ninguém dizendo que estou bem, tenho medo... medo de perdê-la, medo do que vai acontecer depois, medo de ME perder... caso ela me deixe, caso tenha se enganado quanto ao que sente por mim... como tentou me explicar uma vez que podia ter sido desde aquele dia, faria 1 mês, agora?

Vulnerável... uma palavra que desprezo e que combina comigo contra minha vontade Hahaha Vou só sorrir e continuar a rotina, posso parar por dentro, mas não por fora. Posso(quero) acreditar que tudo vai dar certo pelo menos DESSA vez. Não tenho nada relevante a perder em mim ao fazer isso, tenho sentimentos até demais se me enganar e perder alguns com aquele fluxo... Já me achei uma vez quando tudo parecia perdido, quem disse que não poderia achar de novo? Seja feliz Mia, com ou sem mim. Sabe que pode contar comigo."- Dave

terça-feira, 19 de julho de 2011

Confuso...Mais do que imaginam



                 Muitas vezes paro sozinho e tento entender a complexidade da minha mente, da minha essência. Posso começar com coisas simples. O que eu acho certo e o que eu acho errado? De primeira é até fácil de definir, mas na prática é muito complicado. Me perco. Por exemplo, não é certo dormir as 3 da manhã tendo aula no dia seguinte, mas também não parece errado ficar até esse orário para ajudar alguém na pior. E aí começa o jogo. Você pode pensar mais em você e decidir ir dormir, falar pra pessoa que você tem que ir e falar com ela amanhã ou pensar no outro, em como é bom ajudar alguém ou pelo menos tentar.Escolhendo um dos dois vai ter alguem que vai te clasificar como egoísta ou bondoso e outro como Responsável ou idiota.Aí vem o que você quer parecer ser e o que você quer ser de fato. Cadê a segurança na escolha? A personalidade se manifestando? Que confusão hein. Da pra chegar a algum lugar assim? Claro, depois de queimar todo o seu raciocínio pra tentar escolher "certo".
                 Não confiar em si mesmo é úm defeito que leva a consequencias nos mais diversos setores da vida de alguém. Alguns acabam pedindo opiniões de outros pra "saber" se estão certos mesmos ou se tão fazendo burrada (eu mesmo =P).As pessoas são diferentes, cada uma pensa de um jeito, não da pra agradar a todo mundo e aceitar isso parece ser impossível, cada um interpreta o que você faz de um jeito, qual é o certo? Não sei. Há o certo? Dar 1000 chances a alguém pra ter sua confiança ou dar uma só e se fez de novo vai pastar? Participar do meio superficial de relações ou se fechar com as poucas relações de verdade que você acredita firmemente? falar sempre o que te incomodar ou evitar criar muita discussão pra relação fluir?
                  Não sou bipolar, mas se adaptar a cada pessoa por querer agrada-la com a sua presença não seria uma multipolaridade? Se você tem uma versão pra cada pessoa... qual seria a verdadeira? Aliás há uma que seja? Ou é uma convivência harmônica entre mil versões? Quero ser bom com os outros, quero ser bom comigo também. Quero perdoar e dar muitas chances a cada um porque sei que cada um tem seus problemas pra agir como agem, mas também não quero ser explorado, feito de idiota.Quero estudar e ser um aluno excelente, mas quero me divertir e aproveitar a vida curta que temos também. Quero ser puro, perfeito e assim ser admirado, mas ser vulgar e imperfeito parece mais divertido.

Quero ser eu... e não quem querem que eu seja!  Hoje me disseram que eu era confuso com a maior simplicidade e essa palavra fez efeito porque é a melhor descrição pra tudo o que me quiseram pra ser e o que sou, além de louco...